infinito
depende de nós
felicidade
só a sós
cordas
dependem dos nós
infinito
nem os sóis
infinito
depende de nós
felicidade
só a sós
cordas
dependem dos nós
infinito
nem os sóis
gotas de tranqüilidade
me inundam um vazio
não sinto, não amo, não quero
nem odeio! nem sequer!
venda nos olhos
encaro a vida
não sinto chegadas
nem partidas
final de tarde
pé no chinelo
e na padaria
tudo em 7 belo
doçura que arde
dá água na boca
mastigo engulo
uma foi pouca
tomara
que eu viva pra
tomar aquele vinho
tomar aquele banho
tomar aquela chuva
ah, tomara
minha santa
eu devoro
imaculada
na salada
abençoada
e mal-passada